domingo, 1 de setembro de 2019

O Brinquedo Assassino voltou: e não é o barbeador



O brinquedo assassino mais famoso da história do cinema está de volta, e de roupagem completamente nova. Diferente dos últimos filmes do brinquedo assassino Chucky, que davam continuidade ao original dos anos de 1980, Brinquedo Assassino chega aos cinemas brasileiros hoje com a proposta de recriar a história de Charles Lee Ray. Aquele mesmo, um assassino em série que após ser morto pela polícia, tem seu espírito transferido para um boneco simpático.

O Brinquedo Assassino


Mas a nova versão não animou muita gente, mesmo com 10 milhões de doletas de orçamento. Principalmente pela aparência do boneco, que ficou parecendo um filho do YouTuber Whindersson Nunes. Seguindo essa mesma linha, muitos filmes ao longo dos anos tentaram recriar velhos sucessos do passado. No entanto, com um diferencial em comum, deixar com tom mais sério os conhecidos filmes Trash, que tinham o bom humor e o visual tosco como marca. Além do terror, claro!

Baseados nisso, e para marcar a estreia de Brinquedo Assassino, vamos relembrar alguns Remakes que ganharam bastante atenção nos últimos quinze anos de readaptações no cinema de terror. Então, cata aquela pipoca, o guaraná, e vem com a gente!

Halloween, O início (2007)


Muito antes de retomar os elogios dos fãs no ano passado – com a volta de Jamie Lee Curtis, quarenta anos depois de ter escapado das mãos de Michael Myers – , a série Halloween ganhava novo rosto através dos olhos do diretor Robie Zombie. Certo que o filme não é realmente um Remake, mas se baseia e muito com a trama original de 1978.

Muitas das reclamações ficaram por conta da origem do personagem, que entrou no clichê de Bullying e problemas familiares. Mas, nem isso conseguiu apagar a ótima atuação do ator mirim, Daeg Faerch, que interpretou o assassino quando criança. O visual de Myers já com a conhecida máscara também não deixou a desejar, porém, nada como os originais e a própria continuação, lançada em 2018.

Horror em Amityville (2005)


Quem nunca assistiu um filme de terror onde um casal se muda com os filhos para uma casa onde a família anterior foi assassinada? Isso, claro, geralmente não acaba bem, então fica a dica: quando se mudar para uma casa, consulte a história dela antes! Essa é uma das premissas básicas de muitos filmes de terror por aí. Mas o que muita gente não sabe é que isso teve sua origem com o filme original de 1978. O mais curioso disso, é que o filme foi baseado em eventos reais que ocorreram em Amityville.

Na vida real, a família DeFeo teve seis membros assassinados enquanto dormiam, entre eles os quatro filhos do casal. O único sobrevivente, o filho mais velho, confessou os assassinatos no dia seguinte. Segundo ele, por ouvir as vozes da casa, mandando que ele matasse todo mundo. E esse é o plano de fundo de ambos os filmes. Quando uma nova família se muda para a casa onde os crimes ocorreram e descobrem que o cara não era tão louco assim. O Remake traz Ryan Reynolds no papel principal, com uma incrível atuação, diga-se de passagem. Tirando, o excesso de cenas em que aparece sem camisa, desnecessário!

A Morte do Demônio (2013)


Uma galera decide se isolar com sua amiga viciada, Ashley, com a intenção de ajudá-la a se livrar das drogas por um final de semana. Mas chegando ao seu destino, encontram um livro estranho, que não era do Harry Potter. É aí que a m@#$% acontece, o livro acaba liberando uma força não muito amigável. Assim, o que tinha como objetivo o bem, acaba terminando literalmente em um banho de sangue para fã nenhum botar defeito.

Readaptação do clássico de 1981, Uma Noite Alucinante, a produção ganhou o gosto do público de terror. Nem mesmo fugindo do tom mais cômico que os filmes antigos tinham, a produção deixou de ser divertida. O filme original, que tinha como protagonista Ash em uma versão masculina e hoje com sua própria série disponível na Netflix, ajudou a alavancar a carreira do diretor Sam Raimi. O Remake, diferente do original, que contou com quatro longas, ainda não ganhou nenhuma sequência. Continuamos aguardando!

A Hora do Pesadelo (2010)
Só de lembrar a música cantada pelas crianças nos sonhos da jovem Nancy já bate aquela nostalgia. Figura carimbada na cultura Pop, Freddy Krueger fez muita gente ter medo de dormir nos anos de 1980. Com sua cara deformada pelo fogo e sua luva com dedos de navalhas, é o terror de qualquer barbudo que se preze. Criado pelo gênio Wes Craven, o mesmo criador a série de filmes “Pânico”, o assassino surgia nos pesadelos de suas vítimas. Se alimentando do medo para atravessar as barreiras entre sonho e realidade, desejava se vingar daqueles que o mataram.

Mas o Remake de 2010 jogou tudo isso pelos ares. Ainda que completamente repugnante pela aparência realista das queimaduras, o filme não convenceu como era esperado. A releitura é muito mais pesada, principalmente nas questões dos crimes que levaram Freddy a ser queimado pela comunidade. A ausência do humor característico do personagem também não agradou os fãs. Até pelo pouco tempo de duração dos pesadelos, que não dão tempo para o desenvolvimento do vilão.

Menções honrosas

Vale destacar outros títulos, que foram tão bons quanto os originais em popularidade, e que rendem bons sustos também. Entre eles, Sexta-feira 13, de 2009, que nos trouxe de volta o conhecido assassino da máscara de hóquei, Jason Voorhess. E claro, o baseado em eventos reais, O Massacre da Serra Elétrica, que ganhou três filmes desde o seu Remake de 2013.

E então, vai conferir o Brinquedo Assassino? Se for, volta e conta pra gente nos comentários o que achou do filme. E fique à vontade de nos contar quais desses que citamos te deram mais cagaço. Não se esqueça de conferir nosso site, para cuidar do visual e não ficar parecendo um dos monstros desses filmes.

Podcast de Respeito: A Nova era da Informação




Podcast de Respeito: a nova era da informação

Já ouviu falar de Podcast? Se não, vamos lá! Com a correria do dia a dia e as distrações que a tecnologia nos apresenta em forma de redes sociais, ficou cada vez mais difícil a gente parar para ler um livro, uma matéria no jornal ou mesmo assistir algum programa de televisão com mais atenção. Mas, uma galera tem achado uma forma alternativa de produzir e absorver conteúdos diversos, seja notícia, política, esporte e até comédia.

O que é um Podcast?

Podcast é como se fosse um programa de rádio, mas gravado e disponibilizado de forma digital na internet. Assim, é possível que as pessoas baixem e ouçam a hora que quiser, através de plataformas como o Spotify, por exemplo. Ideal para ouvir no carro ou mesmo dando aquela faxina na casa. A ferramenta está ganhando bastante espaço, com as plataformas de música aderindo cada vez mais a ideia. No brasil, já existe até um prêmio na categoria Podcast, promovido pela MTV.